Neli Ribeiro Corretora de planos de saúde

Corretora de planos de saúde · Centro de São Paulo

Carência, coparticipação, rede credenciada. Você entende as três antes de assinar qualquer coisa.

Quem contrata plano de saúde sem essas palavras traduzidas só descobre o que comprou no dia em que precisa usar. Eu comparo as opções para o seu caso e explico linha por linha — em português, sem pressa e sem etapa a mais do que a operadora exige.

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O vocabulário

Seis palavras decidem se o plano serve para você

Elas estão no contrato de qualquer operadora e é sempre nelas que a conversa trava. Abaixo, o que cada uma faz com o seu bolso e com o seu atendimento — a versão longa, aplicada ao seu caso, é comigo.

Carência

O tempo entre assinar e poder usar. Não é um prazo só: cada tipo de atendimento tem o seu, e urgência não segue a mesma regra da consulta de rotina. É a primeira coisa a conferir se você precisa do plano logo.

Coparticipação

Mensalidade menor em troca de pagar uma parte a cada uso. Costuma compensar para quem vai ao médico uma ou duas vezes por ano e pesar para quem faz acompanhamento contínuo. A conta muda de pessoa para pessoa — a sua eu faço junto com você.

Rede credenciada

A lista de médicos, laboratórios e hospitais que atendem por aquele plano. É onde mais gente se decepciona: o preço fecha bonito e o hospital de sempre não está lá. Me diga os nomes que você não quer perder antes de escolher.

Abrangência

Onde o plano vale: só na cidade, no estado ou no país inteiro. Pagar por cobertura nacional que você nunca usa é dinheiro parado todo mês; ter só a municipal e viajar direto é o problema inverso.

Reembolso

Nem todo plano devolve o que você gasta fora da rede, e os que devolvem raramente devolvem tudo. Existe um cálculo por trás do valor que volta — vale saber qual é antes de contar com ele.

Portabilidade

A regra que permite trocar de plano sem recomeçar as carências, quando o seu caso cumpre os critérios. Tem gente há anos num plano caro achando que mudar significa voltar à estaca zero — às vezes não significa.

Nenhuma dessas palavras responde sozinha. Quem vai usar o plano, a idade de cada um, os médicos que você já tem e quando pretende começar mudam a resposta inteira.

Aplicar ao meu caso

O caminho

Da primeira mensagem até o cartão na mão

Quatro etapas, todas com você sabendo em qual está. A parte de papel eu conduzo; a de decidir continua sendo sua.

Começar a etapa 01
  1. Você me conta quem vai usar

    Quantas pessoas entram e a idade de cada uma, a cidade, se já existe um plano hoje e quais médicos, laboratórios ou hospitais você faz questão de manter. É essa lista que separa o plano barato do plano certo.

  2. Eu levanto e comparo

    As opções que existem para esse perfil, colocadas lado a lado: o que muda na mensalidade, na rede, nas carências e nas regras de uso. A diferença entre uma e outra chega escrita em português, não em tabela de operadora.

  3. As perguntas — inclusive as que parecem bobas

    É aqui que a conversa costuma durar mais, e é de propósito. Repetir uma explicação até ficar clara faz parte do meu serviço: ninguém deve assinar contrato de saúde com dúvida guardada.

  4. A contratação, sem volta desnecessária

    Documento por documento, na ordem que a operadora pede e sem etapa inventada no meio. Você acompanha até o cadastro sair e o cartão chegar.

Depois da assinatura

A parte que costuma sumir é justamente a que você vai precisar

Muita corretagem termina no dia em que o contrato é assinado. Comigo não é esse o combinado.

Guia parada, autorização negada, reajuste que chegou diferente do esperado, dependente para incluir, endereço para atualizar: é nessas horas que a maioria das pessoas descobre que ficou sozinha com o telefone da central. Quem contrata comigo continua falando comigo — mesmo número, mesma conversa do primeiro dia.

Quando a operadora complica

Guia, autorização, prazo que não anda: você me manda o caso e eu falo a língua de quem está do outro lado do protocolo.

Quando a família muda

Casamento, filho, alguém que sai do plano da empresa. Cada mudança tem prazo e regra próprios — melhor me perguntar antes de fazer.

Quando chega o reajuste

Entender de onde veio o novo valor e o que existe de alternativa é conversa comigo, não com fila de atendimento.

Sobre mim

Quem atende sou eu — do primeiro “oi” ao reajuste do quinto ano

Não há central, fila nem atendente diferente a cada contato. Você fala sempre comigo, e eu já sei quem está no seu plano, o que foi combinado e por que aquela opção foi escolhida.

Meu trabalho é corretagem de planos de saúde: entender a sua situação, buscar o que existe para ela, explicar as diferenças com todas as letras e conduzir a contratação. Meu escritório fica na Rua São Bento, no Centro Histórico de São Paulo, mas a maior parte da conversa acontece por WhatsApp — no seu horário, com tempo para reler.

5,0 em 33 avaliações no Google Rua São Bento, Centro de SP Foco em planos de saúde

Antes da primeira conversa

As dúvidas que chegam antes de qualquer proposta

Se a sua não estiver aqui, me mande pelo WhatsApp. Perguntar não obriga a contratar nada.

Já tenho plano e quero trocar. Perco as carências que já cumpri?

Não necessariamente. Existe a portabilidade de carências, com critérios definidos em regra — tempo de plano, compatibilidade entre o atual e o novo, pagamentos em dia, entre outros. O primeiro passo é eu olhar o seu contrato atual e verificar se o seu caso se encaixa. É uma checagem, não um achismo.

Preciso saber o que quero antes de chamar?

Não. Basta me chegar com quatro informações: quem vai usar o plano, a idade de cada pessoa, a cidade e os nomes de médico, laboratório ou hospital que você não quer perder. O resto é comigo — a comparação e a explicação vêm depois disso.

Tenho uma doença já diagnosticada. Isso impede a contratação?

Impedir, não impede. O que existe é uma regra específica de cobertura no início do contrato para doenças e lesões preexistentes, declaradas na entrevista de saúde. O erro caro é omitir: o que não foi declarado costuma virar problema exatamente no momento em que o atendimento é solicitado. Me conte tudo e eu aplico a regra com clareza desde o começo.

Tenho CNPJ, MEI ou faço parte de um conselho de classe. Muda alguma coisa?

Muda o conjunto de opções que eu posso pesquisar para você, porque existem modalidades ligadas a empresa e a entidades de classe, com regras próprias de contratação e de reajuste. Se for o seu caso, me avise logo na primeira mensagem — isso redireciona a busca inteira.

Consigo resolver tudo por WhatsApp ou preciso ir até o escritório?

A conversa começa e normalmente se resolve por WhatsApp, com tudo por escrito para você reler quando quiser. Se preferir tratar pessoalmente, combine comigo o horário antes pela mesma conversa — o endereço e os dias de funcionamento estão logo abaixo.

Por que contratar com corretora em vez de fechar direto com a operadora?

Porque a operadora apresenta os planos dela; eu comparo o que existe e assumo a conversa quando algo trava depois. Na prática, a diferença aparece menos na assinatura e mais no dia em que uma autorização não sai.

Onde fica

Rua São Bento, Centro Histórico de São Paulo

Dias e horários
  • Segunda-feira10:30 – 17:30
  • Terça-feira10:30 – 17:30
  • Quarta-feira10:30 – 17:00
  • Quinta-feira10:30 – 17:30
  • Sexta-feira10:30 – 17:00
  • Sábado e domingoFechado

Me mande a dúvida do jeito que ela está na sua cabeça

Sem formulário, sem termo técnico e sem compromisso de fechar nada. Você escreve, eu respondo em português — e só depois a gente fala em proposta.

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